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05 novembro 2010

Como matar mosquitos ecologicamente correto.

A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.
Para ajudar com a luta contínua contra os mosquitos da dengue e a dengue hemorrágica, uma idéia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles. Serve para qualquer tipo de mosquito, desde o "pernilongo"  comum  até o mosquito da dengue.

O que nós precisamos é, basicamente:

200 ml de água;
50 gramas de açúcar mascavo;
1 grama de levedura (fermento biológico de pão, encontra em qualquer supermercado ) e uma garrafa plástica de 2 litros.

A seguir estão os passos a desenvolver:

1. Corte uma garrafa de plástico no meio. Guardar a parte do gargalo:


2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixar esfriar. Depois de frio despejar na metade de baixo da garrafa.

 3. Acrescentar a Levedura (fermento). Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.

4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa.

5. Enrolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa.

Em duas semanas você vai ver a quantidade de mosquitos que morreu lá dentro da garrafa.

Além dos locais de reprodução do mosquito, podemos utilizar esse método muito útil em escolas, creches, hospitais e residências. 

Gente, ainda que esse artefato seja muito complicado para fazer e você não tem tempo nem disposição para pô-lo em prática, não é preciso esquentar a cabeça, mas, é extremamente necessário a conscientização de todos na luta e combate ao "Aedes aegypti" que além da dengue, também pode transmitir a febre amarela e o danado do mosquito está evoluindo, quando não encontra água parada e limpa, ele procura até água suja, água com pequena correnteza ou até mesmo depósito seco na falta de água. Está ficando cada dia mais difícil combatê-lo, por isso precisamos uns dos outros, ações conjuntas de inspeção e limpeza de lugares que possam transformar-se em criadouro além dos locais que já sabemos preferidos dos mosquitos ou seja os tanques e tonéis, seguidos por vasos e pratos de plantas, pneus e garrafas. Vamos fazer a nossa parte e cobrar para que o vizinho também faça a dele.

A luta contra a dengue continua.

* Fonte: portal.saude.gov.br
* Imagem: google

13 março 2010

Que Saco!

Desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico em 1862 a plasticomania tomou conta do planeta. O novo material sintético reduziu os custos dos comerciantes e incrementou a sanha consumista da civilização moderna.

Feitos de resina sintética originadas do petróleo, esses sacos não são biodegradáveis e levam séculos para se decompor na natureza.

A verdade é que os estragos causados pelo derrame indiscriminado de plásticos na natureza tornou o consumidor um colaborador passivo de um desastre ambiental de grandes proporções.

E a natureza bem a sua maneira, usando uma linguagem própria traduzida por enchentes, maremotos, terremotos e tsunamis é a natureza em fúria nos pedindo socorro, pedindo-nos respeito. E para o bem do nosso querido planeta, vamos tentar reduzir o consumo de sacos plástico usando sacolas reutilizável. Veja o vídeo da  campanha "Saco é um saco. Para nós, para a cidade, para o planeta e para o futuro"


Fonte: ecolnews.com.br
As imagens, textos e poemas deste post., estão hospedados na própria Internet. Caso alguém sinta- se lesado pela não citação da autoria, basta fazer contato que daremos os créditos ou tiramos a postagem do ar. Desde já, agradecemos à compreensão e colaboração de todos. Obrigada.